William Rafael
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Tailwind para UX escalável: padrões que evitam CSS espaguete

Tailwind é poderoso, mas sem padrões vira ruído. Com tokens, componentes e restrições, você ganha velocidade e consistência.

24 de maio de 2024
1 min
Por willsamy
Tailwind acelera o delivery, porém sem padrões claros a UI degrada rápido. Estas são as regras que adoto para manter UX escalável.

1) Tokens primeiro, utilitários depois

- Padronize cores, espaçamentos e tipografia no tailwind.config (theme, extend).
- Diga "não" a valores arbitrários no dia a dia; permita exceções raras e documentadas.
- Essência: tokens = linguagem do design.

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2) Componentes com variáveis de estilo

- Crie componentes com variantes (ex.: Button, Card, Badge) usando libs como class-variance-authority ou padrões utilitários.
- Evite reescrever 10 util classes toda hora; extraia padrões frequentes.

## 3) Layouts previsíveis

- Defina escalas de max-w, container, grid e gap padrão por breakpoint.
- Use wrappers consistentes (ex.: container mx-auto px-4).

## 4) Dark mode sem gambiarra

- Modo baseado em classe (class strategy) e tokens de cor compatíveis com ambos os temas.
- Teste contraste e legibilidade; evite cinzas muito próximos.

## 5) Acessibilidade embutida

- Foco visível (focus:ring), estados aria-*, hierarquia semântica.
- Defina componentes já acessíveis por padrão; não terceirize ao dev "lembrar depois".

## 6) Limites e lint

- ESLint + Tailwind lints para banir valores arbitrários fora do contexto de tokens.
- PRs exigem screenshots em breakpoints principais.

## Conclusão

Tailwind funciona melhor com design system leve e disciplina: tokens definidos, componentes com variantes e processos que previnem entropia. O ganho é velocidade com previsibilidade visual.

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